O Museu
Et voila . . .
"As pinturas não eram expostas, mas mostradas, uma a uma, a um apreciador em estado de graça, contribuindo para alimentar ou aprofundar a comunhão com o mundo. Confrontar pinturas, operação intelectual, opõe-se completamente ao abandono que só a contemplação asiática permite; aos olhos da Ásia, o museu, se não for um local de ensino, só pode ser um concerto absurdo em que se sucedem e misturam, sem entreacto e sem fim, melodias contraditórias."
(MALRAUX, 2000: 12)
. . . porque é que eu não vou aos museus.







