Natal na praia
E cá estamos de novo, já recuperados da rigorosa dieta de peixe com molho doce, das caminhadas na praia e da sova das ondas "tipo Sagres".
Tivemos, como expliquei à minha filha para a despistar dos presentes que disfarçadamente comprámos na presença dela, um Natal dos pobrezinhos. Uma cabana sem electricidade, comida só à hora certa e apenas a que nos põem à frente, dois presentes e um Pai Natal zimbabweano, que já vai com muita sorte.
Por ter sido tão diferente foi agradável.
A cadela, que nunca tinha visto o Mar, se não estivesse presa à trela tinha-se afogado. Adorou. Não tirámos fotografias nessa altura, ficaria para depois ... azar ... ao terceiro dia, ela dava quatro passos e deitava-se ... dores musculares.
As fotografias do Natal mando por e-mail. Apesar do acesso a este espaço ser limitado à família, não tenho a certeza se o é de facto. A bem dizer ... por enquanto acho que é limitado ao Pedro. Não tenho tido feedback portanto não sei quem é que tem acedido.
Por agora fico-me por estas linhas que aqui deito-me com as galinhas e acordo com o galo.
Beijinhos e um muito bom Ano Novo.
NOTA: Depois de uma semana e meia o acesso já não é limitado. Só o Pedro acedia. Ninguém parece querer arriscar ser meu amigo no cyberespaço.




